Seja bem vindo, seja bem vinda ao site da Paróquia de São Joaquim,Garopaba, Santa Catarina. A  Paróquia de São Joaquim, Garopaba, faz parte do corpo da Arquidiocese de Florianópolis. É  uma Paróquia com 20 Comunidades. Aqui procura-se viver o ser Igreja como uma Rede de Comunidades. Além das Comunidades existem as Pastorais, Movimentos e os Ministérios. Obrigado pela visita a este  site. Navegue nas páginas que são aqui encontradas. Navegando aqui você encontrará informação e formação nas diferentes áreas, além da possibiidade de navegar em outros sites religiosos, de entidades em favor da vida, da busca do ecumenismo, da vida em comunhão. Envie uma mensagem, peça oração ou deixe um comentário numa das páginas visitadas. Conheça e divulgue este site!Além desta visita virtual, fica aqui o convite para sua visita na bela cidade de Garopaba!

Venha celebrar conosco!

Momento bonito! A paróquia no trilhar da sua trajetória passa por um momento muito positivo. Surgem diversos sinais do Espírito: Pastoral da Pessoa Idosa – Conselho Missionário Paroquial – Movimento do Cursilho é reativado – Grupos de Jovens surgem nas Comunidades – Pastorais animadas – Comunidades celebram sua fé – Novenas do Divino – Festas das Comunidades…

Deus seja louvado por tudo o que se vive na Paróquia!

 

Garopaba (História)
Paróquia São Joaquim
 
Criada em 09 de Dezembro de 1830 (180 anos)

Os habitantes naturais de Garopaba eram os índios Carijós, que moravam em tabas ou aldeias, constantes de 30 a 80 cabanas.

Provavelmente os primeiros habitantes brancos foram sobreviventes da expedição de João Dias de Solis, encontrados pela tripulação do Galeão São Gabriel, desgarrado da expedição de Sebastião Elcano em 1º de março de 1526. O Capelão de bordo batizou os primeiros Carijós.

A primeira ocupação de Garopaba de certo modo estável se dá em 1692, quando colonos chefiados por Antônio Bicudo Camacho, localizou-se em Araçatuba e Maciambu.

No século XVIII, a ocupação foi intensificada: Em 1748 chegaram os primeiros navios transportando imigrantes das Ilhas dos Açores. Os carregamentos se sucederam entre 1748 e 1756, totalizando 4.929 pessoas, que foram distribuídas pela Ilha de Santa Catarina e pelo litoral continental: São Miguel, São José, Enseada de Brito, Garopaba e Vila Nova.

Em 1793-1795 fundou-se a Armação de São Joaquim de Garopaba, para exploração da pesca da baleia. A Armação, que estava destinada a dar um forte impulso econômico a Garopaba, fracassou. Em 1830 não passava de ruínas. Garopaba não passava de um lugar pobre, habitado por gente pobre.

Os moradores brancos de Garopaba, açorianos de grande religiosidade, foram, em seus primórdios, atendidos pelos Padres de Laguna, a cuja Paróquia pertenciam. Mais tarde passaram a pertencer à Paróquia do Desterro e à da Enseada de Brito.

Um Decreto Imperial de 09 de dezembro de 1830, sendo Presidente da Província o Chefe de Divisão Miguel de Souza Melo e Alvim, criava a Paróquia São Joaquim, de Garopaba. Sua instalação, contudo, somente foi efectivada, por ato Legislativo, de 13 de maio de 1846, quando o General de Divisão Antero José Ferreira de Brito foi autorizado a contratar uma Companhia para a construção da igreja matriz da casa paroquial e do cemitério.

A igreja matriz atual, talvez uma ampliação da igreja construída ao tempo da Armação da pesca, sofreu sucessivas remodelações e reformas. Pelo que consta, procederam a reformas o Pe. Rafael Faraco (1862-1917), Pe. Dr. Cesar Rossi (Vigário de Laguna e Mirim: 1918-1946) e Pe. Paulo Hobold (1946-1956). A última e completa reforma aconteceu ao tempo em que Pe. Francisco de Assis Wloch (1976-1987) era Pároco.

Não era fácil paroquiar Garopaba: lugar pobre, povo pobre e escasso, sem condições de sustentar um Vigário residente. Deste modo era grande a rotatividade dos Padres.

Quem realmente fez a grande história religiosa de Garopaba foi Pe. Rafael Faraco, que alí permaneceu de 1862 a 1917, ano de seu falecimento.

Com estatutos aprovados em 1873, foi criada a Irmandade de São Joaquim de Garopaba, acumulando quatro devoções: Santíssimo Sacramento, Divino Espírito Santo, São Joaquim e Nossa Senhora das Dores.

Grande emoção de Padre Faraco e da comunidade foi ver sua Paróquia consagrada ao Sagrado Coração de Jesus, a 21 de janeiro de 1900.

Em 1917 a Paróquia São Joaquim foi anexada à Paróquia de Vila Nova e Mirim, situação mantida até 1956, quando foi anexada à Paróquia de Santo Amaro, pois, com a criação da Diocese de Tubarão, não poderia continuar anexada às de Mirim e Vila Nova, que ficaram pertencendo àquela Diocese.

Em 10 de janeiro de 1967, com a criação da Paróquia do Sagrado Coração de Jesus de Paulo Lopes, Garopaba e Enseada de Brito passaram a ser atendidas por esta Paróquia.

Em 1973 Pe. Eugênio Kinceski assume a Paróquia de Paulo Lopes e Garopaba, passando a Paróquia de Enseada de Brito aos cuidados da Paróquia do Senhor Bom Jesus de Nazaré, de Palhoça.

Finalmente, a 17 de dezembro de 1976, Dom Afonso Niehues reativa a Paróquia São Joaquim, de Garopaba, definindo-lhe novamente os limites, que seriam coincidentes com os do Município, à exceção das Comunidades de Gamboa e Penha, que continuariam a ser atendidas pela Paróquia de Paulo Lopes.

Pe. Francisco de Assis Wloch, seu Pároco nomeado, inicia uma nova caminhada na veterana Paróquia. Com poucas condições de trabalho, Pe. Francisco desdobra-se para conseguir atender a todas as pobres comunidades. Sem casa paroquial, vai residir na casa de uma família, trabalhando para conscientizar seus paroquianos da necessidade de se engajarem na manutenção da Paróquia.

Criada em 09 de Dezembro de 1830 (180 anos)

Celebração dos 180 anos – 9/12/2010
Na noite de quinta-feira, 09/12, uma missa especial realizada na igreja central, comemorou os 180 anos da Paróquia de São Joaquim. A comunidade compareceu e participou ativamente desta importante e histórica data. A missa presidida  pelo Padre Alceoni, com a participaçãodo Padre Silvio e do Diácono Carlinhos teve momentos de emoção e saudosismo. O Padre Alceoni, lembrou que nestes 180 anos a paróquia cumpriu sempre seu objetivo que é a evengelização.

 

 

Durante a sua fala, Padre Alceoni lembrou todos os que contribuiram de alguma forma para que a Paróquia de São Joaquim chegasse onde hoje esta, fez agradecimentos aos fiéis, aos colaboradores diretos e indiretos da paróquia, ao poder público, aos padres que o antecederam, aos bispos, ao povo simples da pesca e da lavoura e um agradecimento especial a Dona Vanda, responsável pela reativação da paróquia na década de 70, quando foi até o bispo e pediu um padre para a cidade.Padre Alceoni aproveitou a oportunidade para pedir perdão por todos os pecados, falhas e omissões, cometidos por ele e por todos que estiveram à frente da igreja em Garopaba. Com a participação dos fiéis foi relembrado o histórico destes 180 anos. Ao finalizar foi cantado o Parabéns, seguido por um forte e calorosa salva de palmas. Após a missa todos ospresentes foram convidados à ir aosalão paroquial para confraternizar e degustar um bolo, lindamente confeccionado representando a igreja antiga.

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Fonte: André Luiz deOliveira – www.aloimprensa.com
Fotos: Maurício Dapper – www.garopabafm.com.br

Os habitantes naturais de Garopaba eram os índios Carijós, que moravam em tabas ou aldeias, constantes de 30 a 80 cabanas.

Quem é a Paróquia de São Joaquim Garopaba?

A Paróquia Católica de Garopaba é o conjunto de Comunidades que se estende do Siriu (Igreja Nossa Senhora Aparecida) a Ressacada (Igreja São Sebastião) indo até a Ibiraquera – Praia do Ouvidor (Igreja Sagrada Família  ). Ao todo são 20 Comunidades Eclesiais. E, dentro desta porção da Igreja, que é a Paróquia, temos o Povo de Deus que caminha com sua fé, isto é os batizados e batizadas, fiéis que celebram sua fé, bem como membros de Pastorais e Movimentos que fazem a ação evangelizadora acontecer.  Assim, se entende que todas as Comunidades (e o povo deDeus) fazem parte de uma Paróquia.  Neste entendimento não é correto a afirmação “vou lá na Paróquia”. Esta fala errônea é expressada por não se entender que a Paróquia de fato é este conjunto de comunidades e  esta porção do Povo de Deus.

E a Matriz (Centro)? A Matriz é uma Comunidade que juntamente com as demais Comunidades compõe a Paróquia.

Como a Matriz se mantem? A Matriz se mantem como as demais Comunidades, isto é, com o Dízimo, ofertas  e as festas que acontecem ou promoções. Atualmente o aluguel do salão tem colaborado na manutenção da Matriz.

E a Paróquia, como se mantem? A Paróquia de São Joaquim, Garopaba, por alguns anos vem sendo mantida pela colaboração mensal das Comunidades. Até o ano de2008 conforme as despesas do mês se dividia para cada Comunidade conforme seu percentual de colaboração. A partir do segundo semestre de 2008 a Paróquia passou a ter o Fundo Paroquial.

O que é o Fundo Paroquial?ficou acertado num CPP que teria-se um valor mensal como referência, hoje é de R$ 10.500,00. Se as despesas do mês passarem deste valor, busca-se o complemento no Fundo Paroquial. Se as despesas não chegarem a este valor, coloca-se a parte sobrante no Fundo Paroquial.

E a manutenção? De fato o saldo é pouco, mas com este Fundo tem-se investido nas Pastorais, cursos, formações, iniciativas… Inclusive em aquisições, como os carros da Paróquia.

Mais sobre a Paróquia:

Foto São Joaquim

 
 
 
 
 
 
 

 

Garopaba (Párocos)
Paróquia São Joaquim
19 párocos

 

 

Os Párocos da Paróquia São Joaquim desde 1830

Ano inicial Nome
1830 Pe. Vicente Ferreira dos Santos Cordeiro
1839 Pe. Bernardo da Cunha Brochado
1841 Pe. Vicente Ferreira dos Santos Cordeiro
1848 Pe. Francisco de Assis Braga
1849 Pe. Antônio Bernal
1851 Pe. Vicente Ferreira dos Santos Cordeiro
1852 Pe. José Maria da Costa Rabelo
1855 Pe. Amando Antonio Martins
1857 Pe. José Martins do Nascimento
1859 Pe. Antônio de Jesus Colares
1862 Pe. Rafael Faraco
1862 Pe. Carlos Fernando Cardoso
1976 Pe. Francisco de Assis Wloch
1987 Pe. Valdir Staehelin
1993 Pe. Artur Betti
1999 Pe. Henrique Gazaniga
2003 Pe. Pedro Schlichting
2006 Pe. Mário Sérgio do Nascimento
2008 Pe. Alceoni Berkenbrock

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